Por que devo investir em gestão de infraestrutura de TI?

A infraestrutura de TI abarca todos os equipamentos (hardwares) e soluções (softwares) utilizados por uma empresa para a execução de suas atividades. Isso significa não apenas os computadores, mas também dispositivos móveis e de telecom envolvidos nos processos empresariais. O papel da gestão de TI, por sua vez, não é o de simplesmente inventariar esses itens.

A transformação digital fez com que a forma como são adotados os recursos tecnológicos cause impactos diretos no bolso da empresa. É possível gerar valor, aumentar os lucros ou mesmo perder dinheiro — tudo de acordo com as decisões tomadas. Pensando nisso, mostraremos aqui algumas razões para investir na gestão de infraestrutura de TI. Confira!

1. Aumenta a vida útil dos equipamentos

A preservação dos equipamentos é parte dos processos básicos de uma equipe de TI. Cada um deles tem sua própria expectativa de vida, mas a durabilidade real pode variar de acordo com a aplicação desses recursos. Por isso, a gestão desempenha um papel fundamental na otimização do aproveitamento de equipamentos.

Por mais que um usuário cuide bem de seu computador e os técnicos estejam disponíveis para atendimento, estender a vida útil do PC depende de uma manutenção preventiva — tanto física quanto digital. Por isso, a gestão deve contar com um inventário de TI e um cronograma para manutenção dos equipamentos.

Por meio do inventário, o gestor pode controlar com mais eficiência o desgaste dos itens e planejar sua substituição. Isso evita que um defeito em algum deles comprometa o sistema como um todo. A demora na substituição de um cooler, por exemplo, pode resultar na queima de um HD ou de uma fonte.

A manutenção, por sua vez, mantém as condições básicas de funcionamento e elimina do sistema operacional itens indesejados — e isso aumenta não só o desempenho, mas também a segurança de toda a empresa.

2. Proporciona mais segurança física e digital

Tanto a limpeza dos computadores quanto o acesso a equipamentos e dados sensíveis passam pelos processos de gestão. No primeiro caso, como destacamos, é o inventário de TI e um planejamento de manutenção que fazem toda a diferença. Já no resguardo das informações, a gestão de infraestrutura pode colaborar ao implantar uma boa política de segurança.

Os pontos de acesso à rede Wi-Fi da empresa, por exemplo, são portas abertas para invasores — sejam eles mal-intencionados ou funcionários com dispositivos infectados. O mesmo se aplica a qualquer meio de acesso aos dados digitais da empresa: servidores, plataformas, portas USB e HDMI etc.

A gestão eficiente da infraestrutura exige o estabelecimento de uma política de segurança que dê ao gestor o controle sobre o acesso a esses ambientes. Isso faz com que hardwares e softwares estejam mais protegidos e, consequentemente, as informações sigilosas da empresa também.

3. Reduz custos

Em última análise, qualquer medida a ser introduzida em uma empresa deve ser avaliada do ponto de vista de seus impactos financeiros. Isso faz com a gestão de infraestrutura se torne uma aliada importante na redução de custos em diversos níveis. Afinal, ela lida diretamente com a otimização do uso de recursos de TI.

Os custos fixos se tornam custos variáveis, dando mais controle ao gestor sobre o budget ou orçamento disponível. Em outras palavras, os gastos com TI correspondem àquilo que a empresa realmente usa, e não a uma despesa fixa que pode não trazer o devido retorno.

De forma complementar, um mesmo número de funcionários pode executar mais funções. Afinal, uma parcela maior de suas funções se torna programada, enquanto ações corretivas e de emergência tendem a diminuir.

Podemos, ainda, destacar que a própria preservação dos equipamentos gera uma redução direta nos gastos com estoque e substituição de peças.

4. Ajuda na implementação de novas tecnologias

Uma infraestrutura de TI que funciona com base em uma gestão eficiente se torna rapidamente escalável. Afinal, o gerenciamento deve fornecer os recursos necessários para a iniciação de novos projetos com mais agilidade. Isso significa que a escalabilidade não é apenas estrutural, mas a nível de departamento.

Aliar planejamento a um controle sobre ativos e investimentos ajuda nessa abordagem dupla sobre a evolução tecnológica da empresa. De um lado, os servidores e a rede estão prontos para o aumento de suas configurações, se necessário. De outro, novos projetos podem ser iniciados rapidamente, potencializando a atuação da empresa.

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